Jean Alesi, o destemido francês

Competição 04 Jul 2024

Jean Alesi, o destemido francês

Por Abílio Santos

Nem só dos campeões se faz a história, e esta é uma premissa que se aplica na perfeição a um piloto que continuamos a recordar com particular admiração nos dias de hoje.

Na região francesa de Avignon, em 11 de Junho de 1964, nascia um dos pilotos com mais carisma, um dos nomes mais sonantes para quem aprecia a Fórmula 1, nomeadamente para os aficionados italianos: ora, estamos a falar de Jean Alesi ou, mais concretamente, de Giovanni Alesi. O seu nome e apelido italianos advêm naturalmente do facto dos seus pais – Franco Alesi e Marcelle Alesi – serem naturais da Sicília, Itália.

A fama e o prestígio de que Jean Alesi ainda hoje desfruta, provêm mais do seu estilo arrojado, destemido e talentoso de pilotar, e igualmente do seu carácter, do que propriamente da quantidade de provas conquistadas.


Jean Alesi iniciou a sua carreira automobilística nos karts, um pouco tarde, já com 16 anos, onde conquistou dois títulos nacionais, passando pelos ralis e posteriormente, para as categorias de turismo e de fórmulas, para disputar o Campeonato Francês de Renault 5, cuja taça venceu em 1985.

Em 1986, Alesi começou a participar na competição da Fórmula 3 francesa, evidenciando-se no primeiro ano com duas vitórias, e em 1987 ganhou 7 corridas, feito que lhe permitiu vencer o campeonato da respectiva categoria.

No ano seguinte, em 1989, pela equipa Jordan, o piloto francês saiu igualmente vencedor, desta feita ganhando o Campeonato Internacional de Fórmula 3000, após uma disputa muito renhida com o seu compatriota Erick Comas, em igualdade de pontos mas com a vantagem de ter vencido mais corridas.

A carreira na Fórmula 1 (1989 – 2001)

Este ano, de 1989, marca também a entrada auspiciosa de Alesi na Fórmula 1 ao volante de um Tyrrell 018, substituindo Michele Alboreto, obtendo um surpreendente 4º lugar no circuito de Paul Ricard, partindo do 16º lugar da grelha. Neste mesmo ano, Jean Alesi foi-se desdobrando e participou nas provas dos dois campeonatos, repetindo o 4º lugar no GP de Espanha e um 5º em Itália, terminando em 9º entre os pilotos, com 8 pontos.

1990

Alesi disputou toda a temporada de 1990 da F1, pela Tyrrell, e apesar de conduzir um monolugar manifestamente de performance inferior, voltou a surpreender ao conseguir manter-se na liderança nas 30 primeiras voltas no circuito de Phoenix, nos Estados Unidos, à frente do campeão Ayrton Senna, que o ultrapassou e foi o vencedor da prova, aos comandos de um McLaren. Alesi acabaria no pódio nesta corrida com um excelente segundo lugar. A diferença entre as duas equipas era enorme, como ilustra o resultado no campeonato de Construtores com a Mclaren a vencer com 121 pontos, enquanto a Tyrrell se quedava pelo quinto lugar, arrecadando 16 pontos.




Alesi voltaria a conseguir mais uma proeza ao terminar em segundo lugar do pódio, neste caso no difícil circuito citadino do Mónaco, imediatamente atrás de Senna, a quem foi ganhando tempo, acabando com uma diferença mínima de apenas um segundo. Se houvesse mais voltas…

Estes bons resultados de Alesi, fruto essencialmente da sua capacidade de pilotagem impetuosa, suscitaram muito interesse das melhores equipas, como foi o caso da Ferrari e da Williams. Chegou a um entendimento com Frank Williams e assinou mesmo um contrato, mas a demora na divulgação do mesmo por parte de Frank, que estava também a negociar a contratação de Senna, levou o piloto francês a zangar-se, acabando por escolher com o coração e assinar outro contrato, aceitando a proposta de Cesare Fiorio para correr pela Ferrari, de 1991 até 1995. Esta situação forçou a um entendimento e a Ferrari indemnizou a Williams.

Mas a ida de Alesi para a Ferrari, que parecia uma boa escolha no final de 1990, revelar-se-ia um erro, pois a equipa entrou em declínio, enquanto a Williams surgiu extremamente competitiva a ponto de ser vice no campeonato de construtores em 1991, e campeã entre 1992 e 1994, e ainda em 1996 e 1997.

Na classificação final dos pilotos, o francês ficou no 9º lugar, com 13 pontos.

1991

A primeira temporada de Jean Alesi na Ferrari ficou aquém das expectativas e na primeira metade do campeonato, de 1991, arrecadou somente 14 pontos. No entanto, no G.P. da Bélgica, Alesi, optando por não trocar de pneus, rodava na segunda posição a meio da prova e chegou a liderar enquanto o Williams de Mansell claudicou. Ayrton Senna debatia-se com problemas na caixa de velocidades e Alesi estava confortável na frente da corrida até que o motor do seu Ferrari #28 partiu, retirando das suas mãos a forte possibilidade de vencer a primeira corrida na Fórmula 1.

Neste ano, Alesi finalizou em terceiro do pódio, em Monza, na Alemanha e em Portugal, quarto em Espanha e França e ainda pontuou na Hungria e Brasil, obtendo o 7º lugar final no campeonato, com 21 pontos.

1992

Na segunda temporada pela Scuderia, Alesi terminou mais duas vezes no pódio em Espanha e Canadá, no 3º lugar, enquanto no Brasil e Austrália acabava em 4º. Também pontuou no G.P. da Alemanha e Japão, conseguindo 18 pontos e repetindo o 7º lugar no fim do campeonato.

1993

Na época de 1993, o francês conseguiu dois pódios, ao ficar em terceiro lugar no Mónaco e em segundo em Monza. Também conseguiu mais pontos ao terminar as corridas de Portugal e Austrália, na quarta posição. Alesi melhorou na classificação final deste ano, obtendo o 6º lugar, com 16 pontos.

1994

No G.P. de Itália, Alesi conseguiu a sua primeira pole position e manteve-se na frente da corrida durante 14 voltas, com uma diferença confortável de 11 segundos para o seu colega Berger, mas no primeiro pit stop para reabastecer Alesi já não voltou à pista devido a problemas na caixa de velocidades.

Com um segundo lugar em Inglaterra e mais três pódios, no terceiro lugar (no Brasil, Canadá e Japão), Alesi arrecadou 24 pontos e classificou-se em 5º lugar final.

1995

A 11 de Junho de 1995, Jean Alesi obteve uma prenda especial, no dia do seu 31º aniversário, conquistando a sua primeira e única vitória na Fórmula 1, no G.P. do Canadá.

Partindo da 5ª. posição da grelha, atrás do seu companheiro de equipa, Gerhard Berger, Alesi logo na segunda volta ultrapassava Berger ficando em terceiro. Na 17ª volta ultrapassou Damon Hill e assumiu a 2ª posição. Alesi consumou o comando da corrida a partir da 58ª volta, aproveitando os problemas de caixa de Shumacher, e completou as últimas dez voltas em primeiro, no Ferrari com o #27, o mesmo número do saudoso canadiano Gilles Villeneuve, um ídolo para os italianos que correu pela Ferrari de 1977 a 1982, ano em que faleceu. Os Tiffosi ficaram em delírio e invadiram a pista ainda com alguns pilotos a terminar a prova.




Alesi, no G.P. de Itália, beneficiando da paragem de Coulthard e do choque entre Hill e Schumacher que os deixou fora da corrida, passou para a liderança a meio da prova. Entretanto Berger foi forçado a desistir com problemas na suspensão e quando aumentava a sua diferença sobre Johnny Herbert, Alesi ficou impossibilitado de poder vencer mais uma prova porque viu um rolamento de uma roda partir-se.

Duas corridas depois realizou-se em Nürburgring o G.P. da Europa, em que Alesi esteve pertíssimo de ganhar mais uma corrida. O piloto francês, partindo do 6° lugar, começou com pneus slick apesar de a pista estar algo húmida, e essa aposta revelou-se excelente porque, a partir da 13ª. volta, Alesi tomou a dianteira da prova ganhando de forma progressiva tempo a M. Schumacher, e na 25ª volta tinha uma vantagem de 37 segundos, já que o alemão teve de ir às boxes para trocar os pneus de chuva pelos slicks. Mas o grande campeão, numa recuperação fantástica, chegou-se a Alesi e ultrapassou-o na 64ª volta. Jean esteve na liderança durante 52 voltas, perdendo-a a faltar três voltas, acabando no 2° lugar do pódio.

Nos G.P. da Argentina, S. Marino, Inglaterra e Europa, Alesi também obteve o segundo lugar e ficou novamente em 5º no mundial de pilotos, com 42 pontos.

1996

A corrida no circuito do Mónaco foi pródiga em peripécias e incidentes, com M. Schumacher a sofrer um acidente na volta inicial enquanto D. Hill liderava sem dificuldade até que, pouco depois da metade da corrida, viu o motor do seu monolugar partir. Alesi, no seu Benetton, passava para a frente da corrida, na 40ª. volta, com larga vantagem sobre o seu compatriota, Olivier Panis, da Ligier. Mas, mais uma vez, o azar bateu à porta de Alesi que foi obrigado a parar devido a problemas na suspensão, e viu esfumar-se uma forte hipótese de vencer mais uma corrida. Panis ganhou a primeira e única prova na Fórmula 1, depois de partir do 14º lugar da grelha.

Nesta temporada, Alesi conseguiu a sua melhor pontuação ao terminar no segundo lugar do pódio nos G.P. do Brasil, Espanha, Alemanha, Itália e, em terceiro lugar nos G.P. da Argentina, Canadá, França, Hungria, e ainda em quarto, na Bélgica e Portugal. Ao todo, Jean arrecadou 47 pontos, classificando-se em 4º lugar do Mundial.

1997

No circuito de Monza, J. Alesi obteve a pole position e esteve na liderança até à trigésima volta. Na ida às boxes entrou à frente de Coulthard, mas a McLaren foi mais rápida um segundo do que a Benetton. Desta forma, o inglês regressou à pista em primeiro na frente de Alesi, e foi nestas posições que terminaram, com uma diferença mínima que não chegou aos dois segundos. Foi mais uma prova em que Alesi esteve definitivamente perto da vitória.




Nos G.P. do Canadá, Inglaterra, Itália e Luxemburgo, o piloto francês terminou em segundo, do pódio e, em Espanha foi terceiro. Encerrou o campeonato novamente no quarto lugar, com 36 pontos.

1998

Alesi assinou por dois anos pela Sauber-Petronas em 1998, e obteve o seu último pódio, com um 3º lugar na Bélgica. Ainda pontuou nos G.P. de Itália e Argentina, com um 5º lugar e um 6° em S. Marino, encerrando a temporada em 11° com 9 pontos.

1999

No ano seguinte, o piloto francês apenas conseguiu dois pontos com o seu Sauber, em São Marino e no Japão, com a sexta posição, classificando-se em 15º no final.

2000

Alesi teve, em 2000, o seu ano mais fraco na Fórmula 1, ao serviço da equipa do seu compatriota Alain Prost, a Prost-Peugeot, sem conseguir qualquer ponto, tendo como melhor posição o 9º lugar no G.P. da Europa.

2001

Na sua última temporada na Fórmula 1, o piloto francês correu pela Prost nos primeiros 15 Grandes Prémios e obteve um 5º lugar no Canadá e um 6º no G.P. de Monza e da Alemanha. Nos últimos cinco Grandes Prémios, Alesi correu pela Jordan, trocando de lugar com Heinz-Harald Frentzen, e pontuou na Bélgica com a 6ª posição. Terminou o campeonato classificou-se em 15º lugar, com 5 pontos.

Jean Alesi, com 201 corridas, tornou-se no 5º piloto a participar em mais de 200 Grandes Prémios de Fórmula 1.




Participação nos GP de Portugal

Em Setembro de 1990, no início da preparação para o G.P. de Portugal, no Estoril, corria a notícia no paddock que Jean Alesi tinha assinado pela Ferrari para a temporada de 1991. Relativamente à corrida, Alesi qualificou-se na quarta fila da grelha, no seu Tyrrell #4 ao lado de Thierry Boutsen, no Williams-Renault, e terminou a corrida no mesmo 8° lugar, tendo esta como vencedor Nigel Mansell que também fez a pole. Este G.P. viu o seu final antecipado em dez voltas devido a um acidente entre Alex Caffi (Arrows) e Aguri Suzuki (Lola).

Em 1991, Jean Alesi, partindo do 6° lugar da grelha no Ferrari #28, atrás do seu colega de equipa Alain Prost, obteve a sua melhor classificação em Portugal, ficando no 3° lugar do pódio, atrás de Senna, numa prova ganha por Riccardo Patrese, da Williams, que também tinha conseguido a pole position. Curiosamente esta foi a última corrida em Portugal na Fórmula 1 para o português Pedro Matos Chaves, no seu Coloni #31.

No ano seguinte, 1992, Alesi qualificou-se num modesto décimo lugar, ao volante do Ferrari #27 ,e completou apenas 12 voltas, depois de fazer um pião. A corrida teve como vencedor Mansell que, além da pole position, dominou completamente a corrida da primeira até à última volta.

Já em 1993, Jean alcançou o quinto lugar na partida e a prova não podia começar melhor já que assumiu a liderança logo na primeira volta, mantendo-a até à 19ª, tendo sido ultrapassado por Prost que se sagrou tetracampeão mundial de F1, com o 2° lugar que obteve. Alesi terminou na quarta posição e Michael Schumacher ganhou a corrida.

No ano de 1994, Alesi obteve novamente o 5° lugar na grelha, com quase um segundo a mais que o seu companheiro de equipa Gerhard Berger na pole position. Fruto de uma boa largada, Jean passa para o 4° lugar e pouco depois encontra-se em terceiro devido a problemas na caixa de velocidades de Berger.

Com a primeira ida às boxes de Coulthard e Damon Hill, na volta 18, Alesi assume a liderança da corrida até à volta 23, aquando do seu pit stop, cedendo a frente da prova a Rubens Barrichello. Na volta 39, o piloto francês, com pouca paciência, ao tentar ultrapassar o retardatário australiano David Brabham bate-lhe na traseira e vai parar à gravilha. Damon Hill foi o vencedor.

Em 1995, Alesi qualificou-se na 7ª posição e ao longo da prova foi ganhando posições ultrapassando inclusive Berger, seu colega da Ferrari, que tinha partido na 4ª posição. No último terço da corrida, surgiu uma polémica quando Jean Todt, director desportivo da Ferrari, deu indicação para o piloto francês deixar passar o colega austríaco para o seu quarto lugar, mas o temperamental Alesi não acatou a ordem. Entretanto Todt deu indicações para as boxes para que a paragem de Alesi fosse mais demorada e assim conseguiu o que queria. O piloto francês acabava em quinto lugar, numa prova ganha por Coulthard. Após o G.P. de Portugal, Alesi e Todt discutiram e ficou assente que seria a última temporada do francês na equipa de Maranello.

No último G.P. de Portugal, disputado no Autódromo Fernanda Pires da Silva, no Estoril, em 1996, Jean Alesi pilotando o Benetton #3 conseguiu a sua melhor qualificação em terceiro lugar da grelha, atrás de Damon Hill e Jacques Villeneuve. Logo na primeira volta, Alesi passou a rodar na segunda posição ao ultrapassar Villeneuve, que por sua vez era ultrapassado por Shumacher e assim se manteve até à volta 15 quando o canadiano, numa excelente manobra, ultrapassava o alemão por fora na curva parabólica. No decorrer da corrida Alesi foi ultrapassado por Villeneuve e por Shumacher acabando em quarto lugar. Villeneuve foi o vencedor num G.P. em que o maior interesse dos portugueses se concentrava na participação de Pedro Lamy ao volante do Minardi, ficando em 16° lugar, na sua última temporada na Fórmula 1.


Jean Alesi nos GP de Portugal de 1992, 1993, 1994 e 1995
(Fotografias: João Saldanha)


O DTM (2002 – 2006)

Após o fim da sua carreira na Fórmula 1, Alesi foi competir para o Campeonato de Turismo da Alemanha, pela equipa AMG-Mercedes, à semelhança de vários dos pilotos, oriundos da Fórmula 1.

Em 2002, Alesi venceu a corrida de Donnington, onde fez a pole position, e um 3º lugar em Hochenheim, terminando a temporada em 5º lugar da geral, com 24 pontos. No ano seguinte voltou a ser 5º classificado no final da prova alemã, ganhando as corridas de Donnington e Hochenheim, totalizando 42 pontos. Em 2004 e 2005, Alesi encerrou ambas as temporadas na sétima posição, com 19 e 22 pontos respetivamente, ganhando apenas a corrida de Hockenheim. No seu último ano, em 2006, quedou-se pelo 9º Lugar, com 15 pontos.

Jean Alesi foi, dos pilotos que transitaram da Fórmula 1 para o DTM, dos que teve mais sucesso, totalizando quatro vitórias, sete pódios e duas poles position.




Speed Car Series

Alesi, conforme sucedeu com uma série de outros ex-pilotos de Fórmula 1, como Johnny Herbert, Stefan Johansson, Ukyo Katayama, JJ Lehto, Gianni Morbidelli e Jacques Villeneuve, participou na temporada inicial, que começou em Janeiro de 2008, do campeonato da Speedcar Series, que apenas durou até Junho de 2009. As corridas de stock-cars ocorreram em diversos países da região do Médio Oriente e da Ásia. Em 2008, o piloto francês ganhou duas corridas e ficou no quarto lugar final do campeonato. No segundo e último ano da competição, Alesi voltou a vencer duas corridas e terminou em quinto lugar da série. Johnny Herbert, em 2008, e Gianni Morbidelli, em 2009 foram os campeões dos respectivos campeonatos.

Le Mans Series

Em 2010, Alesi competiu na classe Le Mans Series GT2, pela equipa A.F. Corse, juntamente com Giancarlo Fisichella e o finlandês Toni Vilander, num Ferrari F430. Nas duas primeiras corridas, Alesi, junto com os dois colegas da equipa, terminou no pódio. A prova seguinte foi a lendária corrida das 24 horas de Le Mans, a qual terminou na 16ª posição da geral mas em 4º lugar na respectiva classe. A terceira ronda decorreu no Autódromo Internacional do Algarve, em Portimão, e aqui obteve a segunda posição. Na corrida seguinte, no circuito de Hungaroring terminou em quarto lugar. No final campeonato, Alesi e a sua equipa terminaram em segundo lugar.

Indianapolis 500

O piloto francês também chegou a correr na Fórmula Indy, em 2012, num Dallara-Lotus, pela equipa Fan Force United, onde apenas participou na famosa prova das 500 milhas de Indianapolis, alcançando um modesto 33º lugar.

Vida Pessoal

Com naturalidade, Jean Alesi acompanha a carreira do seu filho Giuliano Alesi, que também nasceu na região de Avignon, e seguiu as pisadas do pai. Giuliano iniciou-se nos karts em 2013. No ano de 2015 passou a disputar o Campeonato Francês de Fórmula 4, onde arrecadou quatro vitórias.

A partir de 2016, e até 2021, fez parte da Academia de pilotos da Ferrari, e de 2016 a 2018 correu na classe GP3, onde também conseguiu quatro vitórias. Em 2019 participou no campeonato de Fórmula 2 internacional. Em 2020, Giuliano foi competir nas provas das categorias japonesas, como foi o caso da Super Formula Lights, o campeonato de Super Fórmula japonesa, com bons resultados, traduzindo-se em várias vitórias e um vice-campeonato, pela equipa TOMS onde actualmente continua a sua carreira.

Em 2017, Jean Alesi havia sido nomeado conselheiro e embaixador do Circuito Paul Ricard e, em Fevereiro de 2023, foi nomeado presidente do respectivo circuito, cuja missão principal é fazer com que este regresse ao calendário do mundial de F1.

Jean Alesi dedica-se ainda à produção de vinhos (Clos) na sua quinta perto sua cidade natal, Avignon e, é presença assídua, muito apreciada e solicitada nos diversos G.P. de Fórmula 1, nomeadamente nas fileiras da sua marca do coração, a Ferrari.






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