10 coisas que não sabia sobre Bonnie & Clyde

Arquivos 30 Out 2021

10 coisas que não sabia sobre Bonnie & Clyde

Bonnie Elizabeth Parker e Clyde Chestnut Barrow, mais conhecidos como Bonnie & Clyde, são dois dos mais infames criminosos da história dos Estados Unidos da América. Durante a Grande Depressão que assolou a década de 1930, roubavam um pouco por todo o país e matavam quem os confrontasse.
 
Muito sobre a vida destes fora-da-lei foi mistificado e apagado pelo tempo. Contamos-lhe agora dez factos que desconhecia sobre o icónico duo.
 
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1. O duo nem sempre trabalhava sozinho
Por várias vezes, Bonnie e Clyde levaram a sua avante com a colaboração do irmão mais velho de Clyde, chamado Buck, e da esposa de Buck, Blanche. Outros membros do gangue Barrow, como ficou conhecido, foram Raymond Hamilton, Joe Palmer, W.D. Jones, Ralph Fults, and Henry Methvin.
 
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2. Roubavam muito menos bancos do que se pensava
Apesar de os media retratarem Bonnie e Clyde como especialistas em roubos a bancos, em quatro anos de actuação o duo assaltou menos de quinze cofres, alguns mais do que uma vez. Nunca conseguiram grandes quantias e chegaram mesmo a lucrar apenas uns cómicos 80 dólares.
 
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3. Um acidente de automóvel deixou Bonnie a mancar
Clyde conduzia tão rápido numa estrada rural no norte do Texas que nem se apercebeu de um sinal de desvio – existia ali uma ponte em construção. Seguiam a quase 120 km/h quando embateram numa barreira, voando alguns metros antes de o Ford V8 aterrar no leito vazio de um rio. A perna direita de Bonnie sofreu queimaduras de terceiro grau, graças ao ácido que se escapou da bateria.
 
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4. Bonnie casou-se…
…mas não com Clyde. O casamento foi, para Bonnie, uma espécie de saída. O pai já tinha morrido e a mãe levava uma vida difícil numa fábrica local. Casou-se com 16 anos, com um colega de turma bem parecido, chamado Roy Thornton.
 
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5. Sofreram uma morte violenta
O duo decidiu viajar durante o dia e os movimentos de Clyde eram previsíveis. Foi assim que Frank Hamer, um oficial do Texas, conseguiu prever a passagem dos criminosos naquela estrada. Armou-lhes uma emboscada, juntamente com outros três oficiais, alguns meses depois de começar a estudar os movimentos do gangue. A morte aconteceu a 23 de Maio de 1934.
 
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6. O Ford V8 foi atingido por 167 balas de diferentes calibres
Mal avistaram o Ford V8, os quatro oficiais começaram a disparar com espingardas automáticas, as quais ficaram vazias ainda antes de o automóvel chegar à frente do grupo. Depois disso, serviram-se de caçadeiras – quando as esvaziaram o automóvel já se tinha enfiado pela valeta, quase capotando. Via-se fumo a sair do interior, mas o Ford ainda foi alvejado mais algumas vezes.
 
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7. Clyde escreveu uma carta a… Henry Ford
É impensável um criminoso, discreto e fugitivo, escrever uma carta ao fundador de uma marca de automóveis. Mas foi exactamente isso que Clyde fez, um mês antes de morrer:
“Em termos de velocidade e fiabilidade o Ford dá uma tareia em qualquer automóvel e, mesmo que os meus negócios não sejam exactamente legais, não deixo de dizer-lhe que tem aqui um belo automóvel.”
 
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8. O Ford V8 da dupla está em exposição num casino
Roubado em Topeka, no estado do Kansas, o automóvel foi devolvido à família do proprietário, a qual o vendeu sem fazer qualquer reparação. Desde aí, o mítico Ford, repleto de buracos de bala e de manchas sangrentas, passou por várias feiras, exibições e museus. Há alguns anos assentou no “Primm Valley Resort and Casino”, no estado do Nevada.
 
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9. Clyde foi preso pela primeira vez por não entregar um automóvel alugado
Em 1926, Clyde decidiu alugar um automóvel em Dallas, para poder visitar uma namorada do liceu. Não o conseguiu devolver a tempo e, apesar de a rent-a-car ter retirado a queixa, o incidente permaneceu no seu registo criminal. Três semanas depois, foi preso novamente, desta vez pela posse de vários perús roubados.
 
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10. Bonnie e Clyde foram enterrados em sítios diferentes
Juntos na vida, separados na morte. Queriam ter sido enterrados lado a lado, mas a mãe de Bonnie, que nunca aprovou a relação, quis que a filha fosse enterrada num cemitério diferente, mas também em Dallas. Clyde jaz junto ao irmão e a sua lápide mostra uma frase escolhida por si: “Gone but not forgotten”.


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