A cor nos automóveis: Uma questão de expressão individual

Modernos 27 Abr 2021

A cor nos automóveis: Uma questão de expressão individual

O primeiro detalhe que muitos de nós observamos num automóvel é a sua cor, só depois dando atenção à forma, ao design e aos pormenores. Uma determinada cor pode conferir carácter a um automóvel, colocá-lo em evidência ou misturá-lo com a paisagem urbana. Talvez ainda mais importante, é o facto dessa escolha permitir que os clientes possam expressar algo sobre si próprios ou sobre a sua relação com o automóvel, algo que está na génese do conceito Jinba Ittai, representação da união entre o automóvel e o seu condutor e que está subjacente a todos os modelos da Mazda.

Os esquemas de cores progressivas remontam aos primeiros modelos da Mazda. O Mazda R360 Coupé, o primeiro automóvel ligeiro produzido em série pela marca, chegou ao mercado em 1960 com uma seleção de cores refrescantes, incluindo tons como verde-menta, azul-celeste e vermelho-vivo, transmitindo dinamismo e oferecendo uma variedade de tons. O modelo incluía ainda algumas opções a duas cores, no que era uma raridade entre os microcarros da época.


Nos anos seguintes, a Mazda continuou a propor opções de cores fora do comum, avançadas em termos de conceito, como a aplicada ao icónico Mazda Luce, por exemplo, disponível com elegantes acabamentos em tons dourado e prateado. De igual modo, o Mazda MX-5 tem vindo a colorir, ao longo dos últimos 30 anos, as estradas com um conjunto de cores vivas, entre elas o clássico Racing Green e o ardente Racing Orange, exclusivo da versão “30º Aniversário”, pelo que os fãs do icónico desportivo dispuseram sempre de uma ampla palete de cores inéditas.

Então como agora, a maioria opta por comprar automóveis numa cor que pareça corresponder à sua identidade pessoal: nas culturas ocidentais, por exemplo, o vermelho transmite qualidades como a ousadia e o dinamismo, cor que há muito tem um significado especial para a Mazda e para os seus leais fãs, por outro lado, um tom mais escuro, como o Azul Crystal, exprime uma sensação de serena sofisticação; já o Preto significa individualidade e autoconfiança, os tons verdes representam naturalidade, descontracção e alegria.


Em geral, as cores brilhantes e vibrantes sugerem jovialidade, enquanto as cores neutras e mais escuras exalam um ar de elegância e moderação. Conduzir um automóvel desportivo verde-lima é uma clara afirmação, de alguém que pretende fazer-se notado, enquanto um SUV Mazda CX-30 na cor ‘Cinza Ceramic’ pode sugerir gostos mais discretos.

E que cores predominam na estrada?

Tal depende da região considerada. Em determinados mercados, as tradições e os valores culturais têm um grande impacto na popularidade das cores. O preto, por exemplo, foi a segunda cor automóvel mais popular em 2020 a nível mundial, mas se na Europa e no Japão mais de 20% dos automóveis recém-registados contam com essa tonalidade mais escura, essa percentagem é de apenas 10% na América do Sul e de cerca de 2% na Índia. Por outro lado, o branco está no topo da lista em todas as regiões, excepto numa: a Europa!

Neste continente há um tom neutro que ganha força nos últimos anos: em 2020, 29% dos automóveis novos eram cinzentos, uma cor que há já alguns anos goza de enorme popularidade, em especial nas áreas da moda, tecnologia e design, não mostrando sinais de abrandamento. São vários famosos modelos da passerelle com os cabelos pintados de cinzento, a hashtag #Grannyhair (“Cabelo da Avó”) foi escrita mais de 360.000 vezes no Instagram e até a Pantone, entidade americana especialista em tintas e cores, elegeu o ‘Ultimate Grey’ como uma das suas “Cores do Ano” para 2020. Segundo a empresa, esse tom representa força e resiliência e é sinónimo de procura da verdade, conhecimento e sabedoria. Em tempos de incerteza, transmite uma sensação de consistência e segurança.


O cinzento consegue, assim, manter-se simultaneamente intemporal e muito moderno, tornando-o na escolha perfeita para um investimento de longo prazo, como é o caso de um automóvel. Como a procura de automóveis nessa cor se mantém elevada, a Mazda tem vindo a expandir a sua palete de tons de cinzento, de modo a disponibilizar aos seus clientes uma mais ampla hipótese de escolha, nomeadamente através das opções ‘Polymetal Grey’ e ‘Cinza Machine’, que lhes permitem partilhar a sua paixão por belas proporções, linhas fluidas e contornos dramáticos, assente numa selecção de cores única, mais discreta.

Propondo, na Europa, uma palete de 12 cores para os diferentes modelos que compõem a sua gama, desde o Branco tradicional ao Preto mais brilhante, acrescendo duas opções denominadas de 3-Tone, o Cinza Ceramic, o Polymetal Grey e Vermelho Soul Crystal, cores exclusivas do Mazda MX-30 100% eléctrico a Mazda está empenhada em oferecer aos seus clientes uma selecção que os entusiasme, em todos os aspectos.


O Sistema de Pintura Aqua Tech, à base de água, da Mazda reduz o volume de compostos orgânicos voláteis (COV), gases e pequenas partículas emitidas durante o processo de pintura, ao mesmo tempo que reduz as emissões de CO2. Fruto dos mais baixos níveis de emissões de COV e CO2, o sistema Aqua Tech da Mazda é, presentemente, um dos sistemas de pintura automóvel mais ecológicos do mundo.

Adicionalmente, para duas cores exclusivas da Mazda, as cores Machine Gray e Vermelho Soul Crystal, a Mazda desenvolveu uma nova técnica de pintura sofisticada, denominada “Takuminuri”. Resultante da combinação dos termos japoneses de “Mestre-Artesão” (“Takumi”) e “Pintura” (“Nuri”), permitindo produzir em série o que parece ser um acabamento aplicado à mão, num processo em que se ensinam os robôs de pintura a imitar as técnicas daqueles seus especialistas.


Combinadas numa gama de carroçarias de qualidade superior, esta palete de cores e inovações são a forma que a Mazda encontrou para celebrar a beleza da cor, independentemente da sua tonalidade.

A palete de cores Mazda em Portugal

Para o mercado nacional, a Mazda disponibiliza uma cor sólida, 8 tons metalizados, 2 cores especiais e ainda uma combinação exclusiva de 3 cores (denominada 3-Tone) para o novo SUV MX-30, a primeira proposta 100% eléctrica da Mazda, desenvolvidas sob a técnica artesanal “Takuminuri”.


Particularizando, a palete de cores nacional está assim dividida:

Em primeiro existe a cor sólida, que é uma cor de série e sem custo custo acrescido, neste caso é a cor branca, que consta nos modelos Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30;

Existe também uma palete de cores metalizadas como extra, que contempla o branco pérola (disponível nos modelos Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5 e Mazda MX-5, de série apenas no Mazda MX-5 100th Anniversary), a cor eternal blue (Mazda2 e Mazda CX-5), azul cristal (Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda MX-5 e Mazda CX-5), o cinza ceramic (Mazda2 e Mazda MX-30), o cinza sonic (Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30 e Mazda CX-5), o polymetal grey (Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30), a cor titanium flash (Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30 e Mazda CX-5), e o preto (Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30).


Nas cores metalizadas especiais existem como opção as cores cinza machine (Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5, Mazda MX-5 e Mazda MX-30), o Vermelho Soul Crystal (Mazda2, Mazda3, Mazda CX-30, Mazda CX-5 e Mazda MX-5). Como opção existem o cinza ceramic 3-Tone, o Polymetal Grey 3-Tone e o Vermelho Soul Crystal 3-Tone (Mazda MX-30).


TAGS: mazda


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