Volvo Tundra: Nada se perde, tudo se aproveita

Arquivos 06 Mar 2021

Volvo Tundra: Nada se perde, tudo se aproveita

Por Tiago Nova

O Volvo Tundra é um protótipo de três portas desenhado e construído pela Carrozzeria Bertone em 1979, com um estilo muito próprio que Gandini adorava, tejadilho “flutuante”, faróis escamoteáveis e uma grelha desfasada do centro.

 

A história deste modelo começa quando a Volvo pediu à Bertone para desenvolver um modelo para substituir o 343, e que recentemente tinha criado o lindíssimo Volvo 262C Coupe. Marcello Gandini, com base no Volvo 343, criou o Tundra, um automóvel prático e ao mesmo tempo futurista.

 

Todavia o projecto foi rejeitado pela Volvo por ser demasiado moderno e difícil de vender, além de não se encaixar na gama de modelos Volvo da altura, pois eram demasiado quadrados. Então a Bertone, guardou o projecto e posteriormente vendeu-o à Citroën que o transformou no Citroën BX, após acrescentar mais portas e modificar alguns elementos, transformando-o num bestseller com 2,3 milhões de unidades vendidas durante os 12 anos de produção.

 

O Volvo Tundra era um automóvel bastante moderno, para os padrões da altura, o painel de instrumentos digital, os bancos com um design diferente. E apesar de o modelo ser baseado no 343, ter motor e até estar numa fase bastante avançada para um protótipo, nunca foi feito nenhum teste ao automóvel pela imprensa para confirmar as suas virtudes e defeitos.

 

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