Como os Jeep eram transportados da fábrica até ao seu destino na II Guerra Mundial

Clássicos 08 Jan 2020

Como os Jeep eram transportados da fábrica até ao seu destino na II Guerra Mundial

Durante a Segunda Guerra Mundial foram produzidos mais de 640.000 exemplares dos Jeep, com a construção repartida entre a Willys-Overland e a Ford. Estes veículos todo-o-terreno resultaram de um concurso público, levado a cabo pelos EUA, em 1939, para a produção de um veículo ligeiro de reconhecimento, que culminou no Willys MB e no Ford GPW. O motor Willys L134 que equipa este automóvel de 953 kg é um quatro cilindros a gasolina, com 2,2 litros de cilindrada e 61 cv de potência, transmitida às quatro rodas através de uma caixa manual de três velocidades.
 
Apesar de saírem da fábrica montados, quando chegavam aos locais de carga para os navios que faziam a travessia no Oceano Atlântico e Pacífico estes eram desmontados, sendo depois transportados em caixas de madeira, pois assim conseguia-se transportar um maior número de unidades e de forma mais compacta.
 
Este foi um dos motivos que justificam o facto dos Jeep terem um pára-brisas no qual toda a armação baixava e assim não era necessária a sua remoção. Quando chegavam ao outro porto, os veículos eram novamente montados, um processo algo rápido, comprovado pela montagem em menos de quatro minutos executada por algumas equipas nos vários festivais de Jeeps.

 
Actualmente existe uma empresa que faz réplicas deste transporte, a MD Juan das Filipinas, sendo vendidas pela Jeep Village, uma empresa sediada em França.
 

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TAGS: Ford GPW Jeep Willys MB


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