8 decorações que marcaram a diferença na F1

Competição 19 Out 2019

8 decorações que marcaram a diferença na F1

No desporto automóvel, os patrocínios são necessários para colocar projectos em acção. E cada equipa necessita de garantir o máximo de exposição para as marcas que investem no espaço publicitário que é a carroçaria. Durante a história da Fórmula 1, muitas equipas atraíram os olhares graças aos seus designs alternativos e fora do comum. Vale a pena recordar alguns dos mais estranhos que pisaram as pistas.
 

Ligier JS39 (1993)

ligier-1993
No GP do Japão, última jornada da temporada, o artista de banda desenhada Hugo Pratt criou um design exclusivo baseado no logótipo do patrocinador principal da equipa francesa, os cigarros Gitanes.

Shadow DN9B (1979)

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O piloto holandês Jan Lammers trouxe o seu patrocinador pessoal, a tabaqueira Samson, para patrocinar a equipa britânica, na altura com problemas. Mesmo sem resultados, o agressivo leão é um dos desenhos mais icónicos da F1.

BAR 01 (1999)

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Em vez de patrocinar uma equipa, a British American Tobacco comprou a Tyrrell e renomeou-a BAR. A equipa queria usar uma pintura diferente em cada carro, para mostrar as duas marcas, 555 e Lucky Strike, mas a FIA não deixou.

Hesketh 308D (1977)

hesketh-1977
Depois de se livrar do chefe Alexander Hesketh, o team manager Bubbles Horsley ficou livre para arranjar patrocinadores que a equipa precisava. Rupert Keegan apareceu com o dinheiro da revista erótica Penthouse.

Honda RA107 (2007)

honda-2007
A marca japonesa tentou promover a sua imagem ecológica, pintando o carro com o planeta Terra durante a pré-época. Mas há quem diga que foi uma tentativa falhada de convencer a Google a patrocinar a equipa com o Google Earth.

Jordan EJ198 (1998)

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A Jordan aproveitou a proibição de publicidade ao tabaco em alguns países e criou pinturas alternativas para dar destaque à Benson & Hedges. Em 1997, pintou uma víbora no nariz do carro, e no ano seguinte, uma vespa.

ATS D5 (1981)

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Músico que se tornou piloto, Slim Borgudd conseguiu chegar à F1 com uma idade quase ‘fora de prazo’, pelo que teve que pagar para correr, contando com o apoio do seu amigo Björn Ullavaeus, membro da banda sueca ABBA.

Brabham BT60B (1992)

brabham-1992
Na sua última época, a Brabham era uma equipa de fundo da tabela, necessitando de patrocinadores estranhos. Um grupo de japoneses trouxe a Yamazen e a Seikima, para esta estranha combinação de cores.


TAGS: Fórmula 1


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