Os 520 anos do Tratado de Tordesilhas em clássicos

Eventos 10 Jun 2014

Os 520 anos do Tratado de Tordesilhas em clássicos

Decorreu no fim-de-semana de 7 e 8 de Junho o passeio de automóveis antigos, que haveria de levar os participantes até às comemorações da assinatura do Tratado de Tordesilhas, comemorações que tiveram lugar na cidade espanhola de Tordesilhas e que celebravam este ano os 520 desde que teve lugar a assinatura do tratado.
 
Duas dezenas de participantes,de origem portuguesa e um participante oriundo da região das Astúrias, mais concretamente de La Foz de Morcin, mas já um habitual participante em eventos organizados em Portugal e por portugueses, rumaram bem cedo até Rueda, onde teria inicio efectivamente o evento.
 
Nesta pequena localidade o programa constava de visita às Bodegas PradoRey a que se seguiria o almoço. Do modo como decorreram uma e outra coisa, ficou a certeza de que se ritmo, qualidade das visitas e gastronomia se mantivessem, o fim de semana era prometedor.

 
As festividades em Tordesilhas à volta do acto histórico, razão principal de ser deste passeio, as visitas previstas e o jantar, estiveram ao nível do esperado. Apesar de oficialmente o nosso País não ter estado presente, vale tentar que de outro modo venha a acontecer no futuro, pois do Reino de Portugal e dos Algarves muito se falou durante toda a cerimónia e os vivas finais aos dois países, Portugal e Espanha, pareceram ser sentidos e sinceros.
 
No domingo, por uma avenida cheia de semáforos chegou-se ao centro da cidade histórica para algumas visitas. Autorizados a estacionar as viaturas em local proibido, onde ficariam até ao regresso, percorreram-se alguns dos mais emblemáticos sítios da cidade e monumentos a pé.
 
Para almoço estava, na óptica da organização, guardada a grande surpresa do evento. La Parrilla de San Lorenzo, assim se chama o restaurante escolhido, albergado no “Real Monasterio de monjas recoletas de San Bernardo ali instaladas desde 1596”.
 
Segundo a organização “não há palavras que possam, definir o local, a qualidade das suas iguarias, a decoração, enfim o soberbo conjunto (ambiente, gastronomia, simpatia, etc) que aguarda quem ali se desloca e desfruta das variadíssimas opções que são propostas. Ver para crer.”.
 
“Esperava-nos o regresso a casa. Para alguns, os de mais perto, 200 quilómetros. Para o nosso Luis Ángel
López, cerca de 260 até La Foz. Para a Ivone Soares, também umas largas horas até à cidade dos arcebispos. Mas os verdadeiros heróis deste evento, os nossos amigos Carlos Mesquita e Luis Gouveia em representação do Núcleo 2CV de Coimbra, cerca de 460 quilómetros até à cidade do Mondego, e mais uma ligação via Alfa para o Luis Gouveia até Lisboa. Simplesmente de tirar o chapéu e de reflectir. Reflectir para que cada evento proposto se revista, sempre e cada vez mais de profissionalismo e se reúnam as melhores das melhores referências em toda a apresentação do que nos propomos levar por diante. Ficamos atentos. Vale a pena lutar e fazer cada vez melhor.”

R.S.Eventos



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Agradecer ao Jornal dos Clássicos a colaboração que tem dado.