O caminho até à F1: Heinz Schiller

Arquivos 13 Abr 2014

O caminho até à F1: Heinz Schiller

Por Pedro Branco

Tem-se falado nesta rubrica de pilotos que cresceram em meios abonados, começando a correr com as potentes prendas oferecidas pelos pais na viragem para a maioridade. Tem-se falado noutros pilotos que começaram em cenas mais “no braço” como a F3 britânica dos anos 50, os midgets americanos ou os “turismo carretera” argentinos. Também se tem mencionado aqueles pilotos que começam a sua carreira nas duas rodas, optando por passar para os automóveis, por medo e/ou novo desafio. E depois temos caso de Heinz Schiller que veio da motonáutica.
 
Este suíço (sic) destacou-se nas corridas de barcos nos lagos do seu país, passando em meados dos anos 50 para os automóveis, sendo a sua carreira marcada sobretudo pelo uso de bólides Porsche. Tendo-se destacado sobretudo nas provas de montanha (sagrou-se campeão europeu na classe GT em 1961), Schiller participa também em provas de estrada e de circuito, sobretudo com sports cars, convertendo-se aos F1 no ano de 1962, ano em que participou nas 24 Horas de Le Mans com um Porsche 695 que repartiu com Robert Buchet. No que diz respeito às rodas destapadas, Schiller começou por utilizar um velho Porsche da Ecurie Nationale Suisse, passando depois para a Filipinetti, mas usando o mesmo carro. Acabaria por trocá-lo por um Lotus 24 com motor Climax, com o qual disputaria a sua única participação no mundial de F1, o GP da Alemanha de 1962.



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