5 automóveis que prejudicam a reputação de uma marca

Clássicos 04 Jul 2018

5 automóveis que prejudicam a reputação de uma marca

O economista britânico John Keynes já dizia que “o mercado permanece irracional durante mais tempo do que se pode permanecer solvente”. Os fabricantes de automóveis sabem-no bem e todos, em maior ou menor grau, sofreram com as suas próprias normas caprichosas. As nuances do mercado, essas, também não beneficiaram os cinco modelos que abaixo se apresentam.

 

Studebaker Wagonaire

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É o automóvel americano menos vendido da história: 940 unidades.

Nada neste automóvel fazia sentido comercial: para começar, o modelo derivou de uma adaptação funerária. De modo a remover essa imagem um tanto sombria e dar um toque casual, alguém em South Bend decidiu que seria boa ideia que o Studebaker Wagonaire fosse descapotável… apenas e só na bagageira.

Este modelo chegou ao mercado dos EUA em 1963 e permaneceu à venda até 1966.

 

Peugeot 1007

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Depois de um investimento de quase 1.900 milhões de euros no desenvolvimento de um modelo que se esperava vendesse entre 150.000 e 200.000 unidades/ano, chegou-se ao encerramento do primeiro exercício com 53.000 viaturas comercializadas.

O 1007 ganhou em pouco tempo a reputação de automóvel caro, feio e pouco potente… com razão. A Peugeot posicionou mal o preço e colocou-o muito alto em comparação, por exemplo, com o fiável e bem-sucedido 206.

 

Cadillac Cimarron

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Ainda hoje a Cadillac continua a considerar o Cimarron uma das suas piores apostas empresariais. Em 1981, a marca americana decidiu expandir o mercado e enfrentar a Mercedes e a BMW, fazendo um modelo para as classes médias.

Por 40% menos do que custava o Cimarron as pessoas poderiam comprar um Chevrolet Cavalier, que era exactamente o mesmo automóvel, apenas sem assentos de pele.

 

Citroen SM

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Demasiada complexidade mecânica condenou-o ao fracasso comercial. Os contínuos problemas eléctricos e de injecção tornaram-se um clássico. Lançado em 1975, o SM chegou muito cedo, numa altura em que ainda não se dava muito valor à alta tecnologia. Apenas 12.920 unidades foram fabricadas.

 

EV1

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Em 1996 já se começava a falar de sustentabilidade e a General Motors queria marcar o caminho do futuro com um automóvel que, se esteticamente já era questionável, ainda o era mais a nível tecnológico.

77% dos apenas 1.100 EV1 que chegaram a rodar depois de três anos de produção acabaram por ter algum problema mecânico sério.



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